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Todos os artigos deste blog são de inteira responsabilidade de seus autores, não cabendo qualquer responsabilidade legal sobre o site AREA DE TREINO. ###-###

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Cursos – Fitness Brasil internacional em Santos

Informações e inscrições: (11) 5095-2699  http://www.fitnessbrasil.com.br

Educação Fisica alem dos limites da quadra!

E aí meus caros amigos! Estou sumido, confesso que decepciono vocês. Estou numa fase de “correrias” das quais estão me tomando muito tempo para agilizar minha situação já que tive que mudar de estado, voltei para SC.

Abordando novos temas trago a Educação Física como forma de atuação através do conhecimento da biomecânica, podendo ser implantada na escola, empresas vida pessoal. Então, confirmem os novos conhecimentos. Qualquer duvida questão, critica, por favor, joga tudo pra fora!! hehe

Inicialmente, a posição sentada é a que causa maiores discussões quanto a sua real postura correta. EVOLUCAO DA POSTURA DO HOMEM autor ANDERSON artigo postura sentada 1974 é uma ótima leitura para contextualizar essa / continue lendo… Educação Fisica alem dos limites da quadra!

Lesões no esporte

No esporte as lesões são um grande problema para os atletas e também custam muito caro aos clubes por causa da longa recuperação. Nos hospitais, é comum atender muitas pessoas com lesões causadas pelo esporte. Se cuidarmos das lesões mais comuns de uma forma correta no momento em que elas ocorrem, as vantagens são muitas. É possível diminuir a freqüência de lesões com a ajuda de métodos simples e baratos. Lesões causadas por você mesmo Muitas vezes a gente lê no jornal sobre times de esportes variados ou atletas que têm complicações na recuperação de lesões. Mas isso é azar? Se você estudar porque as lesões ocorrem e porque os atletas são forçados a descansar e a não praticar esporte como reabilitação, você começa a entender que não é simplesmente uma questão de azar. Na verdade, se você for ver, a maioria das lesões no esporte é causada pelo próprio atleta. Uma lesão comum geralmente ocorre devido a um treino errado, que acarreta na sobrecarga do atleta. Por causa disto ele sente dores, mas continua a treinar com a esperança que elas vão passar. Às vezes, dá sorte. A recuperação por parte do próprio corpo é suficiente. Mas na maioria das vezes, a dor aumenta e o atleta fica forçado a parar com o esporte por um tempo e a descansar. Em alguns casos, a pessoa precisa de cirurgias ou não pode nunca mais praticar o esporte. Quando o atleta tem dores no joelho, adutores, tendões, periósteo, etc. sem uma razão exterior, a causa geralmente é uma situação que surgiu porque ele se sobrecarregou, o que levou a uma inflamação. A dor é um alerta do corpo de que algo não está bem. Se a pessoa não escuta o alerta e continua a exagerar no treino, é possível contrair várias lesões causadas por ela mesma. Na maioria das vezes, poucos dias de descanso são suficientes para a inflamação melhorar, se o atleta parar a tempo. Também temos que levar em conta que o que é bom para uma pessoa, às vezes não é bom para a outra. Para um atleta de elite de 25 anos, é preciso um tipo de treino diferente daquele para um jovem de 12 anos que acabou de começar. É importante treinar para o futuro, pensando em qual a meta com o treino. Uma regra básica é a de não aumentar o treino mais de 15% em um ano. Para poder comparar ao longo dos anos, é necessário fazer um diário de treino, anotando os exercícios desempenhados. Também é importante não fazer manobras perigosas no treino. A pessoa só pode fazer o que consegue. Certas manobras não são perigosas para um ginasta, porque ele domina o que faz. Mas uma pessoa comum, pode colocar a sua vida em perigo com a mesma manobra.

Fonte:  BERGQVIST MASSAGEM E CURSOS -  www.cursosmassagem.com.br

Curso de Ergometria e Ergoespirometria

 

Curso de Ergometria e Ergoespirometria:

 terças-feiras 09 e 16 de março (18:00 às 23:00 h)

na Rua Treze de Maio 681 Bela Vista São Paulo.

Inscrições no site

www.posugf.com.br 

Palestra com o Prof.Dr.Newton Nunes

 

Nesta terça-feira dia 09 de março às 10 horas

 Palestra sobre Medição da Pressão Arterial na WEB TV.

 Inscrições no site www.posugf.com.br

 

Músculo, Exercicio e Bioquímica

Musculos

Musculos

A vida de um organismo é dependente de proteína de variadas funções como: enzimática, estrutural e regulatória. Ainda outra proteína tem funções no transporte de oxigênio, que é a Hemoglobina, e estoque de oxigênio, que é a Mioglobina, provendo proteção contra a invasão de bactérias e viroses.
Proteínas são sintetizadas de acordo com a formação de um RNA mensageiro(mRNA) que é sintetizado no DNA por transcrição. A mais recente estimativa do numero de genes estruturais dos humanos é em torno de 25.000 à 35.000, baseado na sequencia do genoma.
Proteínas uma vez sintetizada são sujeitadas à alterações por fatores internos com inevitável oxidação devido a geração de energia oxidativa e outros processos que exigem o oxigênio como perturbação termal(temperatura comporal), e estresse externo  como irradiação e o cigarro. Alem disso, a proteína é exigida por um tempo limitado no ciclo de formação de células, tendo influencia hormonal, nutricional e mesmo o exercício.
Síntese de Proteinas
As proteínas são sintetizadas de acordo com a sequencia de códon nos  mRNAs que são transcritos de informações genéticas do DNA.
Os produtos da transcrição são precursores do mRNA que contem sequencias de ambos exons (sequencia de nucleotidio que é guardado no mRNA maturado) e introns( sequencia de nucleotidio que é removido dos mRNA precursores) do DNA. O mRNA precursor sofre processos de transcrição por uma formação de cápsula seguida por uma junção  para dar um aumento na função do / continue lendo… Músculo, Exercicio e Bioquímica

Tecnologia da Avaliação Motora: Dinamometria Isocinética

Prof.Dr.Newton Nunes

Prof.Dr.Newton Nunes

A avaliação isocinética tem sido utilizada nos últimos 30 anos com uma maior repercussão na última década, sendo utilizada para avaliar o padrão funcional de força e equilíbrio muscular. É possível quantificar valores absolutos do torque, do trabalho e da potência de grupos musculares, bem como valores relativos, ou seja, da proporção agonista/antagonista de tais grupos. O aparelho isocinético é um dinamômetro eletromecânico com sistema servomotor, que atualmente se apresenta computadorizado. O indivíduo realiza um esforço muscular máximo ou submáximo que se acomoda à resistência do aparelho. Este se caracteriza por possuir velocidade angular constante, permitindo realizar movimento na sua amplitude articular. A força exercida pelos grupos musculares varia durante o arco de movimento, devido ao seu braço de alavanca que se altera conforme a amplitude do movimento. Tem-se, então, o chamado momento angular de força ou torque.

foto: divulgação

foto: divulgação

 A resistência oferecida também é variável conforme a força realizada em cada ponto da amplitude articular. Mas a velocidade angular é sempre constante, em graus por segundo (°/seg), definida previamente pelo examinador .

O aparelho isocinético pode auxiliar na reabilitação de lesões esportivas ou em idosos. Em idosos, de acordo com / continue lendo… Tecnologia da Avaliação Motora: Dinamometria Isocinética

Livro: Turismo de Aventura Especial

Dada Moreira

Dada Moreira

Turismo de Aventura Especial: livro conta a história do novo segmento que oferece atividades de aventura para pessoas com deficiência.

O jornalista e fotógrafo Dadá Moreira lançará na feira Reatech o livro “Turismo de Aventura Especial – História do Turismo de Aventura Adaptado”, onde conta como a superação de limites em contato com a natureza tornou-se o principal meio de reintegração social e reabilitação na luta contra sua deficiência e como “Aventura Especial”, mais que o nome  da ONG  que criou, passou a denominar um novo segmento turístico, hoje tido pelas políticas co Ministério do Turismo como prioritário para desenvolvimento e promoção nacional e internacional. Na segunda parte, traz um GUIA ensinando como atender e adaptar as  atividades de  aventura.
Aos 30 anos, debilitado pelos sintomas de uma doença degenerativa sem cura chamada ataxia – que compromete a coordenação motora, fala e visão -  Dada viu sua vida pessoal e profissional se desmoronar, mas decidiu dar a volta por cima, buscou recondicionamento físico e começou a encarar os desafios dos esportes de aventura. “Foi um novo horizonte que se abriu. Voltar a sentir prazer com o corpo, a interagir com as pessoas e superar limites resgatou minha auto-estima e se tornou uma fisioterapia natural. Recuperei movimentos e funções que a medicina tradicional dizia serem impossíveis de se recuperar. Retribuo muito disso à reabilitação psicológica que as atividades de aventura oferecem a uma pessoa que havia perdido as esperanças, como eu.”, declara.
Depois das primeiras experiências, ao procurar serviços especializados e constatar que não havia nenhum tipo de referências sobre adaptações em atividades de aventura e ecoturismo, criou a Ong Aventura Especial, uma iniciativa de sensibilizar a indústria do turismo para a questão da acessibilidade, estudar formas de adaptar as modalidades para pessoas com diversas deficiências e fomentar um nicho de mercado até então inexplorado.
Em 2005 o Ministério do Turismo, reconhecendo as necessidades de profissionalização e desenvolvimento do setor, apoiou o “Projeto Aventureiros Especiais”, criado e realizado pela Ong, e em 2009 reconheceu o “Turismo de Aventura Especial” como novo segmento.

Os Jogos Olimpicos na antiguidade

Os primeiros jogos limitavam-se a uma única corrida com cerca de 192 metros. Em 724 a C. introduziu-se uma nova modalidade semelhante aos atuais 400 metros rasos. Em 708 a C., acrescentou-se o pentatlo (competição formada por cinco modalidades atléticas incluindo luta livre, salto de distância, corrida, lançamento de disco e lançamento de dardo) e posteriormente o pancrácio (luta similar ao boxe). Os atletas do salto à distância carregavam pesos que os impulsionava para frente e que eram largados antes da aterragem. Dessa maneira obtinham uma vantagem de  mais de 30 cm em cada salto.
Em 680 a C. foi incluída a corrida de carros. Com formato arredondado na frente e abertos atrás, os veículos corriam sobre rodas baixas, sendo puxados por dois ou quatro cavalos alinhados horizontalmente. Outras competições com animais foram / continue lendo… Os Jogos Olimpicos na antiguidade

Tênis infantil 12 – Volta às aulas: perguntas e respostas

1.      Como escolher a raquete do meu filho?

Bem, a raquete ideal é aquela que permite que seu filho possa sustentá-la sem problemas para executar um voleio de esquerda com uma mão.  Se você não joga tênis, a seguinte tabela poderá ajudá-lo a escolher:

 

2.      Qual o calçado esportivo ideal?

Os principais fabricantes de calçados para a prática do tênis se esmeram cada vez mais para oferecer conforto, performance e durabilidade.  Um tenista profissional jamais usará um tênis apropriado para o atletismo ou o voleibol em seus treinos e competições, pois sente a diferença de performance.  Já crianças pequenas ou que estão começando podem usar tênis variados (eu me orgulhava do meu “Conga”, e depois do meu “Bamba”), com duas exceções importantes: chuteiras (ou similares de solado preto ou muito rugoso) e tênis de corrida (por terem sola muito alta e não oferecerem reforços nas laterais do pé).

É muito importante que o tênis seja bem flexível no solado e adequado ao tamanho dos pés da criança.  Reforços nas laterais e no calcanhar do calçado também são indicados!

3.      E as bolinhas?

Compre bolas despressurizadas, que quicam pouco, ou aproveite as bolas mais velhinhas (que ficam mais leves por perderem os pelos e quicam menos por perderem a pressão).

Desta forma a criança poderá efetuar maior número de golpes na altura de sua cintura, o que facilitará o aprendizado da técnica.

 4.      Como escolher um bom programa de aulas para a criança?

 Leia nosso primeiro artigo que fala sobre isso. Leve em consideração também variáveis como a distância (quanto tempo a criança passa no carro por dia?) e a motivação/dedicação.  Alegria e vontade nas aulas, e dedicação para melhorar demonstrada em práticas fora do horário de aula são sinais de que você está proporcionando uma experiência de alto valor educativo.  Se a criança joga tênis apenas para atender às expectativas e vaidade dos pais…É uma pena, a experiência pode não ser tão frutífera do ponto de vista do desenvolvimento infantil.

  Você tem mais perguntas?  Nós temos as respostas e mais perguntas…Nosso e-mail é contato@suzanasilvapromocoes.com.br 

Tecnologia da Avaliação Motora : Antropometria

Prof.Newton Nunes

O tamanho físico de uma população pode ser determinado através da medição de comprimentos, profundidades e circunferências corporais, e os resultados obtidos podem ser utilizados para a concepção de postos de trabalho, equipamentos e produtos que sirvam as dimensões da população utilizadora.

A antropometria divide-se em: (1) somatometria que consiste na avaliação das dimensões corporais do indivíduo- (2) cefalometria que se ocupa do estudo das medidas da cabeça do indivíduo- (3) osteometria que tem como finalidade o estudo dos ossos cranianos- (4) pelvimetria que se ocupa das medidas pélvicas- (5) odontometria que se ocupa do estudo das dimensões dos dentes e das áreas dentárias.

As técnicas antropométricas de que iremos falar parecem ser muito simples. Contudo o seu domínio requer um treino rigoroso e uma seleção criteriosa tanto das técnicas pré-estabelecidas como dos instrumentos de medida, das medidas e dos pontos de referência antropométricos. Deste modo pretendemos minimizar erros de observação, causa real de muitos erros encontrados nos resultados de trabalhos deste tipo.

Diferenças individuais

As diferentes populações mundiais são compostas de indivíduos de diferentes tipos físicos ou biotipos. Pequenas diferenças nas proporções de cada segmento corporal existem desde o nascimento e tendem a acentuar-se com o crescimento, maturação, até à idade adulta. Sheldon, W. (1940) estudou a população americana tendo definido, a partir desse estudo, três tipos de características dominantes individuais:

O endomorfo – indivíduo de formas arredondadas e macias, com grandes depósitos de gordura. A sua forma externa extrema é semelhante a uma pera (estreita em cima e larga em baixo). O abdomen é grande e cheio e o tórax parece ser relativamente pequeno. Os braços e pernas são curtos e / continue lendo… Tecnologia da Avaliação Motora : Antropometria

Retorno aos treinos

foto: Silvio Portante

foto: Silvio Portante

Após uma parada prolongada por diversos motivos seja por lesões, trabalho, viagem, férias. A retomada aos treinos é sempre difícil e requer do praticante muitos cuidados e uma grande força de vontade.

Durante o período que o praticante de corrida fica sem treinar o corpo sofre grandes alterações fisiológicas : aumento da gordura corporal, perda de massa magra, diminuição da resistência aeróbia, dor articular, ansiedade etc..

Por esse motivo que a retomada dos treinos deve ser feita de forma lenta e progressiva, dando ênfase ao volume e controlando sempre a intensidade e principalmente respeitando os limites do corpo que sempre nos dão sinais: dor muscular, dor articular, respiração ofegante, tontura sinais que indicam que devemos diminuir a intensidade ou até parar a atividade para evitar maiores problemas. Se estiver por um tempo muito prolongado sem treino é aconselhável que o praticante de corrida, passe por uma avaliação medica e orientação de um profissional de Educação Física.

Tenha como meta a participação em alguma das muitas corridas de rua que acontecem durante o ano na cidade ou fora dela, é uma grande ferramenta motivacional. Defina objetivos, e não se esqueça: ” O sofrimento é passageiro, desistir é para sempre”.