Há alguns anos, uma pessoa com deficiência procurar uma atividade de aventura para praticar era excepcional e curioso. Hoje essa realidade mudou e o aventureiro especial já conta até com agências adaptadas.
Localizada no centro do Estado de São Paulo, Brotas é o paraíso do ecoturismo e da prática de esportes de aventura. Por sua natureza privilegiada, com inúmeras cachoeiras, um verde exuberante e o Rio Jacaré-Pepira que corta a cidade, em Brotas ninguém fica parado.
rafting area
Toda a cidade é voltada a proporcionar ao aventureiro especial dias inesquecíveis, com muito prazer, alegria, adrenalina e segurança.
Na próxima Feira Reatech estaremos lançando o livro “Turismo de Aventura Especial – História do Turismo de Aventura Adaptado” e um GUIA ensinando o que devemos procurar numa agencia antes de contratá-la. RAFTING
Uma equipe no bote remando em sincronismo e driblando os obstáculos que o rio apresenta. O instrutor passa os comandos para vencer uma corredeira, que pode apresentar diversos níveis de dificuldade e até variações do mesmo rio, pois ele se altera conforme o nível das águas.
A equipe toda trabalha para ultrapassar as pedras e degraus, principalmente dominando o bote para que ele não vire e faça as manobras. O contato com a água e a natureza garante a esse esporte uma sensação incrível, acrescida de muita emoção. Mesmo com pouca mobilidade de tronco é possível encarar, pois dá pra sentar entre / continue lendo… Aventura Especial em Brotas - Cachoeirismo
A USP restringiu o número de corridas de rua na Cidade Universitária. Para este ano, nove foram liberadas, ante 25 em 2009. Além disso, a taxa cobrada dos eventos subirá.
A coordenadoria do campus afirma que as provas, que chegaram a reunir 25 mil corredores aos finais de semana, atrapalhavam as atividades universitárias e o entorno da instituição, na zona oeste da capital.
Com a medida, não receberam autorização eventos como 10 milhas SP (patrocinada pela Mizuno), EcoRun (Braskem), Night Run (Fila) e Reebok 10 km. Em geral, são voltadas a esportistas amadores. No total, foram 16 pedidos negados.
“A finalidade do campus estava desvirtuada. Aqui não é parque público. E não havia regras”, diz Cristina Guarnieri, responsável pelas relações institucionais da coordenadoria.
Entre os transtornos, ela cita o barulho e o fluxo de pessoas, que atrapalhavam as atividades da USP aos fins de semana, como laboratórios e hospital; a montagem das estruturas durante a semana, que dificultava a locomoção no campus; e o trânsito na região.
Para que não houvesse restrição total, a coordenadoria decidiu autorizar um evento por mês e somente durante o ano letivo. Além disso, foram fixados critérios para a autorização, como limite de participantes (máximo de 6.000).
Haverá ainda aumento da taxa para a liberação. Antes, eram R$ 6.000 por hora; o valor foi mantido e haverá mais R$ 1 por participante. As provas cobram cerca de R$ 70 de inscrição.
A verba arrecadada irá para limpeza e manutenção. As restrições para corridas é mais uma medida na tentativa de controlar o uso do campus. Neste mês, foi anunciada a adoção de carteirinhas para esportistas e limitação de horários.
As medidas foram aprovadas antes da posse do novo reitor, João Grandino Rodas (a decisão não precisa do seu aval).
Reclamações
“A cidade é carente de espaços para corridas. Há uma demanda cada vez maior de pessoas querendo praticar esportes”, diz Tomas Dreyfuss, diretor da promotora Vetor, que teve quatro pedidos negados.
“Não há espaço como a Cidade Universitária”, diz Eduardo Gayotto, que teve cinco pedidos negados e um aceito. Só o campus, afirma, tem “relativa segurança”, espaço para estacionamento e bom percurso.
Os organizadores já buscam outros locais, como as ruas do centro, o entorno do estádio do Pacaembu e o Jóquei Clube.
O gasto energético nas atividades é sempre uma discussão. O que comer antes-durante-depois da atividade, lembrando que mesmo em jejum pessoal, a glicemia baixa não quer dizer pré disposição à ocorrência de hipoglicemia durante o exercício. Ele faz com que uma glicemia de 70, vá para 100 rapidamente pelo fato de mobilizar glicogênio intramuscular e hepático. Enfim, a questão que trago aqui é sobre a hidratação, não menos principal que o alimento contudo não tão questionada por muitos.
O suor é produzido para diminuir a temperatura corporal que aumentou demasiamente durante o exercício, apesar de que ele excessivamente pode resultar em exagerada perda de fluidos e eletrólitos como sódio, importantíssimo na contração muscular.
A desidratação ocasionada pelo suor hipotônico em relação ao sangue, pode aumentar a osmolaridade sanguinea. Dessa forma, a hiperosmolaridade e a hipovolemia, faz com que a temperatura interna aumente, diminuindo a dissipação de calor pela evaporação e convecção. Por sua vez, ir ate o hipotálamo, inibindo a sudorese e a vasodilatacao periférica durante o exercício. Seguindo as respostas do organismo, há um aumento da freqüência cardíaca, aumento do lactato intramuscular devido a mobilização de vias glicoliticas anaeróbias / continue lendo… Hidratação
Obrigado pessoal pela participação do site. Não sou o Cara do conhecimento, fico feliz quando perguntam e questionam minhas colocações. É mais um motivo para eu me sentir “burro” no meio de tanta ciência e que devo me dedicar mais em cima de papers, alem de testar e incentivar esse mundo todo a encarar o movimento como o caminho da vida harmônica.
Aqui estou para responder uma questão de um participante do nosso site, Daniel. O qual questionou sobre valores de consumo de proteínas para cada esporte. Venho com a colocação de que todos devemos ter um auxilio nutricional, principalmente os praticantes do exercício como atletas. Os valores em relação a necessidades nutricionais são maiores para essa população devido a minimização da formação do estresse oxidativo ocasionado pelo exercício.
Diversas alterações metabólicas, fisiológicas e psíquicas são promovidas pelo exercício tanto em uma sessão aguda como crônica como por exemplo aumentando seu gasto energético, freqüência cardíaca, pressão arterial, níveis hormonais, dentre outras. A intensidade(carga) e o volume (duração) do exercicio, condições ambientais, / continue lendo… Proteínas e o Exercicio
1- Exercitando-se: a atividade física, principalmente a musculação, é o que dá estimulo a construção da massa muscular.
2- Alimentação: Deve ser equilibrada e fornecida no momento certo!
O QUE COMER?
Para definição e/ou ganho de massa muscular, o corpo precisa de alimentos fonte de carboidratos, que funcionam como “pedreiros”, fornecendo energia; e proteínas, que são os “tijolos” para construção do músculo.
As vitaminas e minerais também são essenciais para completar os processos e fazer com que tudo funcione corretamente.
Em alguns casos, para ganho de massa muscular, são utilizados suplementos para garantir melhores resultados, sendo que estes devem ser prescritos por nutricionista especializado na área esportiva.
QUANDO COMER?
Em primeiro lugar, deve-se fazer pequenas refeições, várias vezes ao dia, já que o jejum prolongado contribui com a perda de massa muscular.
ANTES DOS EXERCÍCIOS: você precisa de energia, de fácil digestão
Exemplo: Pão integral com requeijão, barra de cereais, torrada integral com geléia, biscoitos sem recheio, de preferência integrais, bebidas esportivas, entre outros
DEPOIS DO TREINO: São necessários alimentos para repor as perdas do exercício e proporcionar melhor recuperação muscular, no máximo até 1 hora após o término da atividade, porém quanto antes, melhor!
Exemplo: Arroz com frango, legumes e uma fruta OU Pão integral com queijo branco, blanquet de peru, alface e tomate, suco de frutas…
Não esqueça de tomar bastante água! Durante o treino, a água entra no músculo, o que ajuda no enrijecimento / ganho de massa muscular. Por ser fundamental a saúde, deve ser ingerida o dia todo, chegando em pelo menos 2 litros / dia (8 copos de requeijão).
OBS: Estas dicas são generalizadas, para adequar a alimentação ao seu estilo de vida, PROCURE UM NUTRICIONISTA.
* Mariana Lindenberg Alvarenga, Nutricionista, Especialista em Nutrição Clínica pela UGF em 2006 e em Nutrição Esportiva pela FMU desde 2004, Mestranda em Ciência dos Alimentos na FCF/USP. Diretora da Globalnutri Assessoria e Consultoria em Nutrição
O avaliador deve adotar alguns critérios, a fim de escolher o teste adequado à sua necessidade, entre os inúmeros existentes na literatura especializada. Esses critérios são, na verdade, um conjunto de qualidades que os testes devem ter para que sejam instrumentos eficazes de avaliação. O conhecimento desses critérios também é útil quando se está desenvolvendo um novo teste. Para selecionar ou desenvolver o teste a ser aplicado, é importante antes de tudo, entender o contexto no qual o teste se insere.
O processo de avaliação por meio de testes, desde o seu planejamento até a aplicação de seus resultados, é constituído de quatro fases:
1- fase de delineamento ou planejamento da avaliação: nesta fase, inicialmente, são determinadas as variáveis que serão avaliadas de acordo com os objetivos e, a seguir, selecionam-se os testes mais adequados para serem aplicados;
2- fase de obtenção de medidas: esta fase corresponde à aplicação efetiva dos testes e à conseqüente obtenção dos resultados brutos dos testes: as medidas;
3- fase de interpretação das medidas ou de obtenção de informações: os resultados brutos dos testes, para que sejam informações utilizáveis, são interpretados freqüentemente com a utilização de algum procedimento estatístico, de acordo com os objetivos da avaliação;
4- fase de aplicação das informações obtidas: utilizam-se as informações obtidas para prescrição (orientação) e acompanhamento do treinamento ou das aulas.
Muito bem, se você tem acompanhado nossos artigos, chegamos ao final da proposta de um currículo para o tênis infantil.Se o leitor acaba de aterrisar nesta página, aconselhamos a leitura dos três artigos anteriores, fundamentais para a compreensão deste.Agora a criança está entrando na adolescência, já não quer ganhar presente no dia 12 de outubro, etc.
E aí, quais são os desafios que o tenista jovem terá pela frente agora? Nos meus anos de infanto-juvenil esta idade de 13, 14 anos era muito cobrada, e hoje em dia isso continua.Os resultados em competições estaduais, nacionais e / continue lendo… Tênis Infantil 10 – Competência X Ranking: quem vence?
Breve no Area de treino a nutricionista Mariana Lindenberg Alvarenga,
Especialista em Nutrição Clínica pela UGF em 2006 e em Nutrição Esportiva pela FMU desde 2004, Mestranda em Ciência dos Alimentos na FCF/USP. Diretora da Globalnutri Assessoria e Consultoria em Nutrição.
OBJETIVOS E PROCEDIMENTOS PARA AVALIAÇÃO DA APTIDÃO FÍSICA
Os principais objetivos da avaliação de aptidão física são:
1- quantificar variáveis que serão influenciadas pela prática de exercícios físicos e analisá-las baseando-se nas normas estabelecidas para cada população;
2- fornecer subsídios para que o professor possa conhecer melhor os seus alunos e orientá-los adequadamente nos exercícios;
3- acompanhar as modificações orgânicas provocadas pelo treinamento sistemático, através de medições periódicas das variáveis fisiológicas implicadas diretamente com os exercícios;